sexta-feira, 11 de março de 2011

Leiam esta bela mensagem de fé

Mananciais no Deserto - Lettie Cowman.
Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presen­te na angústia. (Sl 46.1.)

         Muitas vezes surge a pergunta: "Por que Ele não me socorreu antes?'' Porque esse não é o Seu modo de operar. Primeiro Ele precisa nos ajustar à tribulação e ensinar-nos uma lição. A promessa é: "Estarei com ele na angústia, livrá-lo-ei e o glorificarei". Primeiro Ele precisa estar conosco no meio da tribulação, o dia todo e a noite toda. Então Ele nos tirará dela. E isto só acontecerá depois que nós pararmos de ficar agitados e agastados a respeito do assunto e fi­carmos calmos e quietos. Então Ele dirá: "Basta".
         Deus usa a tribulação para ensinar preciosas lições a Seus filhos. As tribulações visam a nos educar. E quando a sua boa obra está completa, uma gloriosa recompensa nos vem através delas. Há nelas um gozo suave e um valor real. Ele não as vê como dificulda­des, mas como oportunidades. — Selecionado
         Certa vez ouvimos de um crente já idoso, um homem de cor muito simples, uma coisa que nunca mais esquecemos: "Quando Deus prova a gente, é uma boa hora para a gente também fazer pro­va de Deus. A gente pega as promessas de Deus e faz prova delas: vai tirando daí tudo o que é precioso para socorrer a gente naquela provação."
         Há duas maneiras de se sair de uma tribulação. Uma é simplesmente procurar ficar livre dela e respirar aliviado quando tudo passou. Outra é aceitar a tribulação como um desafio de Deus, para tomarmos posse de uma grande bênção, da maior bênção já experimentada, e saudá-la com alegria como sendo uma oportuni­dade de obtermos uma medida maior da graça de Deus. Assim, até mesmo o adversário se torna um auxiliar, e as coisas que parecem ser contra nós passam a servir para nosso progresso. Sem dúvida, isto é ser mais do que vencedor por Aquele que nos amou. — A. B. Simpson
Que o amor de Deus, a graça e paz de Jesus Cristo e a comunhão do Espírito Santo esteja contigo e com todos os que  você ama no dia de hoje e para todo o sempre. Amém!!!
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor. (I Coríntios 13.13)
"A oração é a chave que abre os grandes reservatórios das promessas de Deus."
"preserve seus contatos, utilize o campo Cco do seu programa de email"


Fiquem na paz do Senhor, Miss. Néia

5 comentários:

  1. CONSTRUINDO PONTES!!!!!!!!!!!!!!!!!! Conta-se que, certa vez, dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito.

    Foi a primeira grande desavença em toda uma vida trabalhando lado a lado, repartindo as ferramentas e cuidando um do outro.

    Durante anos eles percorreram uma estrada estreita e muito comprida, que seguia ao longo do rio para, ao final de cada dia, poderem atravessá-lo e desfrutar um da companhia do outro. Apesar do cansaço, faziam a caminhada com prazer, pois se amavam.

    Mas agora tudo havia mudado. O que começara com um pequeno mal entendido finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio.

    Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem na sua porta. Ao abri-la notou um homem com uma caixa de ferramentas de carpinteiro na mão.

    Estou procurando trabalho- disse ele. Talvez você tenha um pequeno serviço que eu possa executar.

    Sim! - disse o fazendeiro - claro que tenho trabalho para você. Veja aquela fazenda além do riacho. É do meu vizinho. Na realidade, meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo.

    - Vê aquela pilha de madeira perto do celeiro? Quero que você construa uma cerca bem alta ao longo do rio para que eu não precise mais vê-lo.

    Acho que entendo a situação - disse o carpinteiro. Mostre-me onde estão a pá e os pregos que certamente farei um trabalho que lhe deixará satisfeito.

    Como precisava ir à cidade, o irmão mais velho ajudou o carpinteiro a encontrar o material e partiu.

    O homem trabalhou arduamente durante todo aquele dia medindo, cortando e pregando. Já anoitecia quando terminou sua obra.

    O fazendeiro chegou da sua viagem e seus olhos não podiam acreditar no que viam. Não havia qualquer cerca!

    Em vez da cerca havia uma ponte que ligava as duas margens do riacho.

    Era realmente um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou: você foi muito atrevido construindo essa ponte após tudo que lhe contei.

    No entanto, as surpresas não haviam terminado.

    Ao olhar novamente para a ponte, viu seu irmão aproximando-se da outra margem, correndo com os braços abertos.

    Por um instante permaneceu imóvel de seu lado do rio. Mas, de repente, num só impulso, correu na direção do outro e abraçaram-se chorando no meio da ponte.

    O carpinteiro estava partindo com sua caixa de ferramentas quando o irmão que o contratou pediu-lhe emocionado: "espere! fique conosco mais alguns dias".

    E o carpinteiro respondeu: "eu adoraria ficar, mas, infelizmente, tenho muitas outras pontes para construir."

    E você, está precisando de um carpinteiro, ou é capaz de construir sua própria ponte para se aproximar daqueles com os quais rompeu contato?

    Pense nisso!

    As pessoas que estão ao seu lado, não estão aí por acaso.

    Há uma razão muito especial para elas fazerem parte do seu círculo de relação.

    Por isso, não busque isolar-se construindo cercas que separam e infelicitam os seres.

    Construa pontes e busque caminhar na direção daqueles que, por ventura, estejam distanciados de você.

    E se a ponte da relação está um pouco frágil, ou balançando por causa dos ventos da discórdia, fortaleça-a com os laços do entendimento e da verdadeira amizade.

    Agindo assim, você suprirá suas carências afetivas e encontrará a paz íntima que tanto deseja.

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  2. O PAI QUE NUNCA DESISTE!!!!!!!!!‏
    Havia um homem muito rico,
    possuía muitos bens,
    uma grande fazenda,
    muito gado e vários empregados.
    Tinha ele um único filho,
    que, ao contrário do pai,
    não gostava de trabalho nem de compromissos.

    O que ele mais gostava era de festas,
    estar com seus amigos e de ser bajulado por eles.

    Seu pai sempre o advertia que seus amigos só estavam ao seu lado enquanto ele tivesse o que lhes oferecer, depois o abandonariam.
    Os insistentes conselhos do pai lhe retiniam os ouvidos e logo se ausentava sem dar o mínimo de atenção.

    Um dia o velho pai,
    já avançado na idade,
    disse aos seus empregados
    para construírem um pequeno celeiro e dentro do celeiro ele mesmo fez uma forca, e junto a ela, uma placa com os dizeres:

    " Para você nunca mais desprezar as palavras de seu pai ".

    Mais tarde chamou o filho, o levou até o celeiro e disse:

    - Meu filho, eu já estou velho e quando eu partir, você tomará conta de tudo o que é meu, e sei qual será o seu futuro.
    Você vai deixar a fazenda nas mãos dos empregados e irá gastar todo dinheiro com seus amigos, irá vender os animais e os bens para se sustentar, e quando não tiver mais dinheiro, seus amigos vão se afastar.
    E quando você não tiver mais nada, vai se arrepender amargamente de não ter me dado ouvidos.

    É por isso que eu construí esta forca;
    sim, ela é para você, e quero que me prometa que se acontecer o que eu disse, você se enforcará nela.

    O jovem riu, achou absurdo, mas, para não contrariar o pai, prometeu e pensou que jamais isso pudesse ocorrer.

    O tempo passou,
    o pai morreu e seu filho tomou conta de tudo,
    mas assim como se havia previsto,
    o jovem gastou tudo,
    vendeu os bens,
    perdeu os amigos
    e a própria dignidade.

    Desesperado e aflito,
    começou a refletir sobre a sua vida
    e viu que havia sido um tolo,
    lembrou-se do pai e começou a chorar e dizer:

    - Ah, meu pai, se eu tivesse ouvido os teus conselhos, mas agora é tarde, é tarde demais.
    - Pesaroso, o jovem levantou os olhos e longe avistou o pequeno celeiro, era a única coisa que lhe restava.
    A passos lentos se dirigiu ate lá e, entrando, viu a forca e a placa empoeirada e disse:

    - Eu nunca segui as palavras do meu pai, não pude alegrá-lo quando estava vivo, mas pelo menos esta vez vou fazer a vontade dele, vou cumprir minha promessa, não me resta mais nada.

    Então subiu nos degraus e colocou a corda no pescoço e disse:

    - Ah! se eu tivesse uma nova chance ...

    E pulou, sentiu por um instante a corda apertar sua garganta, mas o braço da forca era oco e quebrou-se facilmente, o rapaz caiu no chão, e sobre ele caíram jóias, esmeraldas, pérolas, diamantes;

    A forca estava cheia de pedras preciosas, e um bilhete que dizia:

    - Essa é a sua nova chance. Eu te Amo muito.

    Seu Pai

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  3. RUTH EO VISITANTE ILUSTRE!!!!!!!!!!!!‏

    Ruth, olhou em sua caixa de correio, mas só havia uma carta. Pegou-a e a olhou antes de abri-la. Mas logo parou, para observar com mais atenção.

    Não havia selo nem marcas do correio, somente seu nome e endereço. Ela decidiu ler a carta: "Querida Ruth. Estarei próximo de sua casa, no sábado à tarde, e passarei para visitá-la. Com amor, Jesus."

    As mãos da mulher tremiam quando colocou a carta sobre a mesa. "Por que o Senhor vai querer visitar-me? Não sou ninguém especial, não tenho nada para oferecer-lhe..." - pensou.

    Preocupada, Ruth recordou o vazio reinante nas estantes de sua cozinha.
    Ai, não!, não tenho nada para oferecer-lhe. Terei que ir ao mercado e comprar alguma coisa para o jantar." Ruth abriu a carteira e colocou o conteúdo sobre a mesa: R$ 15,40. "Bom, comprarei pão e alguma outra coisa, pelo menos."
    Ruth colocou um abrigo e se apressou em sair. Um pão francês, um pouco
    de peru e uma caixa de leite... Ruth ficou somente com R$ 2,12 que deveriam durar até a segunda-feira. Mesmo assim, sentiu-se bem e saiu a caminho de casa, com sua humilde compra debaixo de um dos braços.

    - Olá, senhora, pode nos ajudar?
    Ruth estava tão distraída pensando no jantar, que não viu as duas pessoas que estavam de pé no corredor. Um homen e uma mulher, os dois vestidos com pouco mais que farrapos.
    - Olhe, senhora, não tenho emprego. Minha mulher e eu temos vivido ali fora na rua. Está fazendo frio e estamos sentindo fome. Se a senhora pudesse nos ajudar, ficaríamos muito agradecidos...
    Ruth olhou para eles com mais cuidado. Estavam sujos e tinham mal cheiro e, francamente, ela estava segura de que eles poderiam conseguir algum emprego se quisessem.
    Senhor, eu queria ajudar, mas eu mesma sou uma mulher pobre. Tudo que tenho são umas fatias de pão, mas receberei um hóspede importante para esta noite e planejava servir isso a Ele.
    - Sim, bom, sim senhora, entendo... De qualquer maneira, obrigado respondeu o homem.

    O pobre homem colocou o braço em volta dos ombros da mulher, e os dois
    se dirigiram para a saída. Ao vê-los saindo, Ruth sentiu um forte pulsar em seu coração.
    - Senhor, espere!
    O casal parou e voltou à medida que Ruth corria para eles e os alcançava
    na rua.
    - Olhem, querem aceitar este lanche? Conseguirei algo para servir ao meu
    convidado - dizia Ruth, enquanto estendia a mão, com o pacote do lanche.
    - Obrigado, senhora, muito obrigado.
    - Obrigada - disse a mulher.

    Foi aí que Ruth pôde perceber que a mulher tremia de frio.
    - Sabe, tenho outro casaco em minha casa, tome este - ofereceu Ruth. Ela desabotou o próprio casaco e o colocou sobre os ombros da mulher.
    Sorrindo, voltou a caminho de casa...sem casaco e sem nada para servir a
    seu convidado.
    - Obrigado, senhora, muito obrigado - despediu-se, agradecido, o casal.
    Ruth estava tremendo de frio quando chegou à porta de casa. Agora não tinha nada para oferecer ao Senhor. Procurou a chave rapidamente na bolsa, enquanto notava outra carta na caixa de correio.
    "Que raro, o carteiro nunca vem duas vezes em um dia" - pensou.
    Ela então apanhou a carta e a abriu: "Querida Ruth. Foi bom vê-la
    novamente. Obrigado pelo delicioso lanche e pelo esplêndido casaco.
    Com amor, Jesus."

    O ar estava frio, porém, ainda sem se agasalhar, Ruth nem percebeu.

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  4. NÓS E O ESPELHO


    Alguém, muito desanimado, entrou numa igreja
    e em determinado momento disse para Deus:

    ¿Senhor, aqui estou porque em igrejas não há espelhos,
    Pois nunca me senti satisfeito com minha aparência".

    Subitamente uma folha de papel caiu aos seus pés,
    Vinda do alto do templo.
    Atônito, ele a apanhou e nela viu a seguinte mensagem:

    Minha criatura,
    Nenhuma das minhas obras veio ou ficou sem beleza,
    pois a feiúra é invenção dos homens e não minha.

    Não importa se um corpo é gordo ou magro:
    Ele é o templo do espírito e este é eterno.

    Não importa se braços são longos ou curtos:
    sua função é o desempenho do trabalho honesto.

    Não importa se as mãos são delicadas ou grosseiras:
    sua função é dar e receber o Bem.

    Não importa a aparência dos pés:
    sua função é tomar o rumo do Amor e da Humildade.

    Não importa o tipo de cabelo,
    e se ele existe ou não numa cabeça:
    o que importa são os pensamentos que por ela passam.

    Não importa a forma ou a cor dos olhos:
    o que importa é que eles vejam o valor da Vida.

    Não importa um formato de nariz:
    o que importa é inspirar e expirar a Fé.

    Não importa se a boca é graciosa ou sem atrativos:
    o que importa são as palavras que saem dela.

    Ainda atônito, esse alguém se dirigiu para a porta de saída,
    que tinha algumas partes de vidro.

    Nesse exato momento sentiu que toda sua vida se modificaria.
    Havia esse lembrete na porta aderido:

    ¿Veja com bons olhos seu reflexo neste vidro
    e lembre-se de tudo que deixei escrito.
    Observe que não há uma única linha sobre Mim
    que afirme que sou bonito".

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  5. Morte na empresa:::: Certa vez uma empresa de grande porte esta em situação muito difícil. As vendam iam mal, os trabalhadores estavam desmotivados, os balanços há meses são saiam do vermelho. Era preciso fazer algo para reverter o caos, saídas pareciam não existir e ninguém assumia qualquer coisa que pudesse ajudar a solucionar o problema. Pelo contrário, todos reclamavam, ninguém queria trabalhar e uns agrediam os outros.Alguém devia tomar a iniciativa para reverter aquele processo. Um dia, que surpresa! Ao chegarem para trabalhar os funcionários encontraram na portaria um cartaz enorme no qual estava escrito: "Ontem faleceu a pessoa que impedia o seu crescimento e o da empresa. Você está convidado para o velório no salão de festas".

    No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas logo, ficaram curiosos para saber quem estava impedindo o crescimento da empresa e a alegria de todos. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a expectativa aumentava. Alguns deixaram escapar o que estavam pensando: "Ainda bem que este infeliz morreu!"

    Um a um, aproximavam-se do caixão, olhavam o defunto e engoliam em seco. Olhavam de novo e manifestavam um ar de esperança, mas não diziam uma palavra. Como se tivessem sido atingidos no fundo da alma, todos saíam pensativos. Alguns que eram analfabetos ficavam ainda mais perturbados.

    Pois bem! Certamente você já adivinhou que no visor do caixão havia um espelho. Porém você não entendeu por que os analfabetos ficavam mais perturbados.

    É que no fundo do espelho, havia um mistério, era uma frase dourada, gravada, não por mãos humanas, que dizia:

    "Desde o início esta empresa era sua, você porém preferiu ser um simples trabalhador. De Agora em diante não haverá mais patrão e empregados, será verdadeiramente sua, então os seus lucros ou prejuízos serão partilhados entre todos".

    ... E o que antes era caos, logo foi se transformando em festa.

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